Sociedade das abelhas:
A sociedade das abelhas é formada pela abelha-rainha, operárias e zangões.
Elas vivem em comunidades numerosas. Uma colmeia pode abrigar entre 5000 a 100000 operárias e até 400 zangões.
As abelhas são capazes de se comunicar através de diferentes sons emitidos com os movimentos das asas.
O famoso pesquisador da sociedade das abelhas, David Roubik, em parceria com a National Geographic lançou uma curiosa pesquisa sobre abelhas encontradas na América Latina.
Segundo Roubick, foram encontradas cerca de 300 diferentes espécies de abelhas apenas em uma pequena quilometragem da floresta do Panamá.
Dentre as exóticas espécies de abelhas encontradas por Roubik, temos as perigosas abelhas africanas, que chegaram às Américas (incluindo o Brasil) nos tempos coloniais. São abelhas que adaptaram facilmente ao novo território e se reproduzem rapidamente.
Pelo potencial de seus ferrões, as abelhas africanas são conhecidas mundialmente como abelhas assassinas, sendo eleitas a sociedade das abelhas mais perigosas do mundo.
As abelhas africanas colocam em risco as abelhas nativas das florestas tropicais. Portanto, o ser humano não é mais o protagonista destrutivo quando essa espécie de abelhas entra em cena!